Embora analistas, continuem acreditando que a crise nos países árabes tenha algum
impactono curto prazo na economia brasileira, e que o comércio com o Brasil até
possa crescer em relação a 2010, a tendência no longo prazo é de expansão.” Além
dos protestos no Egito, que iniciaram em dezembro revoltas populares vêm acontecendo
na região desde meados de janeiro, numa onda quecomeçou na Tunísia e espalhou-se
para o Iêmen, a Síria, o Sudão, a Jordania e chegando agora ao Líbia.
impactono curto prazo na economia brasileira, e que o comércio com o Brasil até
possa crescer em relação a 2010, a tendência no longo prazo é de expansão.” Além
dos protestos no Egito, que iniciaram em dezembro revoltas populares vêm acontecendo
na região desde meados de janeiro, numa onda quecomeçou na Tunísia e espalhou-se
para o Iêmen, a Síria, o Sudão, a Jordania e chegando agora ao Líbia.
Essa crise afeta diretamente as exportações brasileiras para a região, que negocia
emintemente carne bovina e de frago, minério de ferro. Já as importações brasileiras do
Oriente Médio englobam principalmente óleos minerais, fertilizantes, enxofre e plásticos.
A crise política tambem pode afetar o preço e o fornecimento de petróleo dos
países árabes à Europa e aos Estados Unidos, que ainda não se recuperaram totalmente
da crise financeira de 2008 e 2009. Essa hipótese é bastante possível tendo e vista que,
o Egito controla o Canal de Suez, por onde passa são escoados boa parte da produção
petrolífera dos países do Oriente Médio e do Norte da África. A insegurança e as
dificuldades de logística na área devem afetar o fornecimento e forçar uma alta de preços,
que teria impacto importante sobre as economias europeias, norte-americana e,
indiretamente, a brasileira. Isso porque os EUA e a Europa são, respectivamente,
o segundo e o terceiro maiores importadores de produtos brasileiros, além de
consumidores intensivos de petróleo. Portanto, é bastante possível, que venha
a acontecer alta nos preços internos de derivados de petróleo, principalmente.
países árabes à Europa e aos Estados Unidos, que ainda não se recuperaram totalmente
da crise financeira de 2008 e 2009. Essa hipótese é bastante possível tendo e vista que,
o Egito controla o Canal de Suez, por onde passa são escoados boa parte da produção
petrolífera dos países do Oriente Médio e do Norte da África. A insegurança e as
dificuldades de logística na área devem afetar o fornecimento e forçar uma alta de preços,
que teria impacto importante sobre as economias europeias, norte-americana e,
indiretamente, a brasileira. Isso porque os EUA e a Europa são, respectivamente,
o segundo e o terceiro maiores importadores de produtos brasileiros, além de
consumidores intensivos de petróleo. Portanto, é bastante possível, que venha
a acontecer alta nos preços internos de derivados de petróleo, principalmente.
Aliado a essa conjuntura, economistas observam outros impactos indiretos que,
eventualmente, seriam positivos para a economia nacional. O preço das commodities
agrícolas (entre elas, produtos fartamente exportados pelo Brasil, como soja e
biocombustíveis), cujos fertilizantes utilizam petróleo, tendem a aumentar junto com
o preço do barril, atenuando impactos na Balança de Pagamentos.
Fonte: Revista Comex BB
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