Uma ótima novidade! Com o reajuste da tabela progressiva do imposto de renda, a Receita Federal disponibiliza, em sua página na internet (www.receita.fazenda.gov.br), um simulador para que o contribuinte saiba efetivamente quanto paga de imposto sobre os seus rendimentos.
Para utilizar o simulador, o contribuinte deve selecionar a periodicidade (mensal ou anual), informar os valores dos rendimentos tributáveis e as deduções. Serão mostrados o valor do imposto devido e a alíquota efetiva.
Mas, o que é alíquota efetiva?
Com a simulação de alíquota efetiva, a Receita mostra, de forma mais transparente, a parcela de Imposto de Renda que realmente incide sobre os rendimentos dos contribuintes.
Com o aplicativo, ficará claro que as alíquotas existentes hoje (0%, 7,5%, 15%, 22,5% e 27,5%) incidem apenas sobre os valores que ultrapassam a faixa da alíquota anterior, vejamos:
- Considerando a tabela para cálculo anual do IR 2012 (ano-base 2011), a parcela dos rendimentos até R$ 18.799,32 é isenta;
- Sobre os valores de R$ 18.799,33 até R$ 28.174,20, incide a alíquota de 7,5%;
- A faixa de rendimentos entre R$ 28.174,21 até R$ 37.566,12 tem alíquota de 15%;
- De R$ 37.566,13 até R$ 46.939,56, de 22,5%;
- E apenas para valores acima de R$ 46.939,56 é que incide a alíquota de 27,5%.
Exemplificando: um contribuinte que ganhe, por ano, R$ 52 mil, sem nenhuma dedução, tem uma alíquota efetiva de 10,79%, enquanto que pela tabela o desconto é de 27,5%. Veja abaixo:
Isso acontece por conta da parcela dedutível da tabela progressiva, que faz com que o desconto efetivo no rendimento seja menor.
Considerando o exemplo para um ganho anual de R$ 52 mil e alíquota de 27,5%, o imposto a pagar seria de R$ 14.300. Com a possibilidade de deduzir R$ 8.687,45 (dedução permitida para quem se enquadra na última faixa de tributação), o imposto cai para R$ 5.612,55, ou seja, 10,79% do rendimento tributável.
Tabela progressiva
A ferramenta da Receita para o cálculo anual segue a tabela progressiva do IR 2012 (ano-base 2011), que leva em conta as informações financeiras do ano passado e que será utilizada na prestação de contas que acontece entre os meses de março e abril.
Para o cálculo mensal, a tabela utilizada é a que foi atualizada no início do mês, que vale para as informações financeiras de 2012, mas que, para a declaração de ajuste anual, só será utilizada no IR 2013.
Rendimentos tributáveis no ano: R$ 52 mil
Valor Alíquota Alíquota Valor do imposto
1ª faixa R$ 18.799,32 Isento 0
2ª faixa R$ 9.374,88 7,5% R$ 703,12
3ª faixa R$ 9.391,92 15,0% R$ 1.408,79
4ª faixa R$ 9.373,44 22,5% R$ 2.109,02
5ª faixa R$ 5.060,44 27,5% R$ 1.391,62
Total R$ 52.000 --- R$ 5.612,55
Como se pode deduzir, é de fácil entendimento.
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Fonte: http://dinheiro.br.msn.com/tributos/al%c3%adquota-efetiva-voc%c3%aa-realmente-sabe-quanto-paga-de-imposto-sobre-sua-renda
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sábado, 25 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
CLIENTES BANCÁRIOS PAGARAM TARIFAS DE SERVIÇOS MAIS CARAS EM 2011. CONFIRA!
Segundo divulgação da FEBRABAN (Federação Brasileira de Bancos), pouco mais de um terço das tarifas bancárias mais utilizadas ficaram mais caras em 2011, de acordo com levantamento do Star (Sistema de Divulgação de Tarifas de Serviços Financeiros).
Segundo os dados, dos 29 serviços mais solicitados pelos clientes de instituições bancárias no ano passado, 10 registraram aumento de tarifas, enquanto dois apresentaram recuo e 17 mantiveram os preços estáveis.
De acordo com a FEBRABAN, quase todas os reajustes foram abaixo da inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), de 6,5%. “Somente o fornecimento presencial do extrato mensal de conta-corrente e poupança teve uma majoração acima deste índice, de 7,19%, mas os valores foram reajustados por três grandes bancos após permanecerem estáveis em 2008, 2009 e 2010”.
Ainda segundo a FEBRABAN, as tarifas ficaram mais baratas na transferência entre contas da mesma instituição financeira (queda de 14,53%) e transferência entre contas da mesma instituição financeira realizada pelo caixa eletrônico ou meios eletrônicos, como a internet (recuo de 12,16%).
Abaixo listamos alguns dos serviços que registraram estabilidade nos preços:
- Confecção de cadastro para novo cliente;
- Fornecimento de 2ª via de cartão com função de débito e poupança;
- Contraordem e sustação de cheque;
- Folhas de cheque;
- Cheque administrativo;
- Cheque visado;
- Saque de conta-corrente ou poupança via correspondente não bancário;
- Depósito identificado;
- Consulta de extrato mensal de conta-corrente ou poupança para um período específico via correspondente não bancário;
- Fornecimento do extrato mensal de conta-corrente e poupança via correspondente não bancário;
- Transferência de valores (DOC/TED) e transferência agendada feita pessoalmente, pelo caixa eletrônico e internet.
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Fonte: http://dinheiro.br.msn.com/suascontas/um-ter%c3%a7o-das-tarifas-banc%c3%a1rias-mais-usadas-ficaram-mais-caras-em-2011-diz-febraban-1?page=0
Segundo os dados, dos 29 serviços mais solicitados pelos clientes de instituições bancárias no ano passado, 10 registraram aumento de tarifas, enquanto dois apresentaram recuo e 17 mantiveram os preços estáveis.
De acordo com a FEBRABAN, quase todas os reajustes foram abaixo da inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), de 6,5%. “Somente o fornecimento presencial do extrato mensal de conta-corrente e poupança teve uma majoração acima deste índice, de 7,19%, mas os valores foram reajustados por três grandes bancos após permanecerem estáveis em 2008, 2009 e 2010”.
Ainda segundo a FEBRABAN, as tarifas ficaram mais baratas na transferência entre contas da mesma instituição financeira (queda de 14,53%) e transferência entre contas da mesma instituição financeira realizada pelo caixa eletrônico ou meios eletrônicos, como a internet (recuo de 12,16%).
Abaixo listamos alguns dos serviços que registraram estabilidade nos preços:
- Confecção de cadastro para novo cliente;
- Fornecimento de 2ª via de cartão com função de débito e poupança;
- Contraordem e sustação de cheque;
- Folhas de cheque;
- Cheque administrativo;
- Cheque visado;
- Saque de conta-corrente ou poupança via correspondente não bancário;
- Depósito identificado;
- Consulta de extrato mensal de conta-corrente ou poupança para um período específico via correspondente não bancário;
- Fornecimento do extrato mensal de conta-corrente e poupança via correspondente não bancário;
- Transferência de valores (DOC/TED) e transferência agendada feita pessoalmente, pelo caixa eletrônico e internet.
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Fonte: http://dinheiro.br.msn.com/suascontas/um-ter%c3%a7o-das-tarifas-banc%c3%a1rias-mais-usadas-ficaram-mais-caras-em-2011-diz-febraban-1?page=0
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Acredite: Tarifas de bancos brasileiros estão entre as mais baratas do mundo.
Você acha um absurdo o preço das tarifas cobradas pelo seu banco, na sua conta corrente? Fica irritado quando percebe os descontos no seu extrato bancário? Pois saiba que os pacotes de serviços dos bancos brasileiros estão entre os mais baratos do mundo, de acordo com comparativo realizado pela consultoria Accenture junto a instituições bancárias de 15 países.
A consultoria, que analisou valores cobrados para serviços de uso frequente e moderado pelos clientes bancários, constatou que o valor médio mensal praticado pelos sete maiores bancos brasileiros oscilou de R$ 27,70 a R$ 59,60. Segundo a Accenture, entre os países pesquisados, apenas Índia, México e França oferecem tarifas mais em conta.
Já os países com preços médios de tarifas mais altos foram Singapura (de R$ 141,60 a R$ 214,10 mensais), Alemanha (entre R$ 104,90 e R$ 147,40 mensais) e Rússia (entre R$ 84,8 e R$ 158,50 por mês).
A pesquisa também observou os itens que fazem parte do pacote básico de serviços de cada País. No Brasil, fazem parte deste pacote oito operações de saque, quatro extratos por mês, dois extratos do mês anterior e quatro transferências de recursos entre a mesma instituição como definido pelo Banco Central. Os custos variaram entre R$ 11,00 e R$ 16,00.
Classe C
A pesquisa destaca ainda o papel da classe C emergente no cenário bancário nacional. O estudo mostra que quase 50% dos consumidores pertencentes a esta classe possuem contas bancárias e que 53% têm cartão de crédito de um grande banco, suportado também por uma grande bandeira.
"Independente das classes sociais, o correntista brasileiro é cada vez mais exigente e atento ao que o mercado oferece", diz a consultoria.
Estudo
Na primeira edição do Estudo Global de Custo, Qualidade e Satisfação de Serviços Bancários, a Accenture consultou os principais bancos de varejo de 15 Países (Argentina, México, EUA, França, Inglaterra, Alemanha, África do Sul, Índia, Rússia, Turquia, Japão, Hong Kong, Singapura e Austrália).
Em cada país, a consultoria analisou as informações dos dois maiores bancos por volume de receita, com exceção do Brasil onde foram pesquisados sete bancos. A coleta de informações foi feita por meio dos canais públicos, disponíveis para qualquer consumidor.
Tá reclamando do que?
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Fonte: http://dinheiro.br.msn.com/suascontas/tarifas-de-bancos-brasileiros-est%c3%a3o-entre-as-mais-baratas-do-mundo-diz-consultoria?page=0
A consultoria, que analisou valores cobrados para serviços de uso frequente e moderado pelos clientes bancários, constatou que o valor médio mensal praticado pelos sete maiores bancos brasileiros oscilou de R$ 27,70 a R$ 59,60. Segundo a Accenture, entre os países pesquisados, apenas Índia, México e França oferecem tarifas mais em conta.
Já os países com preços médios de tarifas mais altos foram Singapura (de R$ 141,60 a R$ 214,10 mensais), Alemanha (entre R$ 104,90 e R$ 147,40 mensais) e Rússia (entre R$ 84,8 e R$ 158,50 por mês).
A pesquisa também observou os itens que fazem parte do pacote básico de serviços de cada País. No Brasil, fazem parte deste pacote oito operações de saque, quatro extratos por mês, dois extratos do mês anterior e quatro transferências de recursos entre a mesma instituição como definido pelo Banco Central. Os custos variaram entre R$ 11,00 e R$ 16,00.
Classe C
A pesquisa destaca ainda o papel da classe C emergente no cenário bancário nacional. O estudo mostra que quase 50% dos consumidores pertencentes a esta classe possuem contas bancárias e que 53% têm cartão de crédito de um grande banco, suportado também por uma grande bandeira.
"Independente das classes sociais, o correntista brasileiro é cada vez mais exigente e atento ao que o mercado oferece", diz a consultoria.
Estudo
Na primeira edição do Estudo Global de Custo, Qualidade e Satisfação de Serviços Bancários, a Accenture consultou os principais bancos de varejo de 15 Países (Argentina, México, EUA, França, Inglaterra, Alemanha, África do Sul, Índia, Rússia, Turquia, Japão, Hong Kong, Singapura e Austrália).
Em cada país, a consultoria analisou as informações dos dois maiores bancos por volume de receita, com exceção do Brasil onde foram pesquisados sete bancos. A coleta de informações foi feita por meio dos canais públicos, disponíveis para qualquer consumidor.
Tá reclamando do que?
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Fonte: http://dinheiro.br.msn.com/suascontas/tarifas-de-bancos-brasileiros-est%c3%a3o-entre-as-mais-baratas-do-mundo-diz-consultoria?page=0
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Pesquisa indica que taxa de anuidade de cartão de crédito não é tão cara no Brasil
Segundo estudos da consultoria Accenture, divulgado em janeiro deste ano, a taxa média de anuidade dos cartões de crédito nacionais cobrada no Brasil é de R$ 51,85.
Segundo o estudo, a taxa está na média entre os países pesquisados. A mais cara foi verificada na Argentina, onde os clientes pagam R$ 83,03 por ano para utilizarem o cartão de crédito. Na Alemanha, a anuidade custa em média R$ 69,70. Já nos Estados Unidos e na Inglaterra, a anuidade dos cartões de crédito é gratuita.
Confira alguns dados do estudo:
Talão de cheques
Em relação às tarifas cobradas pelo fornecimento de talões de cheques, a pesquisa aponta que clientes brasileiros não pagam até a décima folha de cheque utilizada.
A partir da 11ª folha, entretanto, instituições cobram, em média, R$ 1,50 por unidade. De acordo com o estudo, a Turquia é o país que mais cobra por talão adicional – em média, R$ R$ 28; o México tem o custo mais baixo entre as nações pesquisadas (R$ 0,83).
Tarifas em geral
Segundo o levantamento, os pacotes de serviços dos bancos brasileiros estão entre os mais baratos do mundo.
A Accenture analisou valores cobrados para serviços de uso frequente e moderado pelos clientes bancários. No Brasil, o valor médio mensal oscilou de R$ 27,70 a R$ 59,60. Já em Singapura, que registrou as tarifas mais altas, os preços variaram entre R$ R$ 141,60 e R$ 214,10.
Países abrangidos pelo estudo
Para a 1ª edição do Estudo Global de Custo, Qualidade e Satisfação de Serviços Bancários, foram consultados os principais bancos de varejo de 15 Países (além do Brasil, Argentina, México, EUA, França, Inglaterra, Alemanha, África do Sul, Índia, Rússia, Turquia, Japão, Hong Kong, Singapura e Austrália).
Em cada país, a consultoria analisou as informações dos dois maiores bancos por volume de receita, com exceção do Brasil, onde foram pesquisados sete bancos. A coleta de informações foi feita por meio dos canais públicos, disponíveis para qualquer consumidor.

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Fonte: Accenture
http://dinheiro.br.msn.com/suascontas/cart%c3%a3o-de-cr%c3%a9dito-taxa-de-anuidade-m%c3%a9dia-%c3%a9-de-rdollar-52-diz-pesquisa?page=0
Segundo o estudo, a taxa está na média entre os países pesquisados. A mais cara foi verificada na Argentina, onde os clientes pagam R$ 83,03 por ano para utilizarem o cartão de crédito. Na Alemanha, a anuidade custa em média R$ 69,70. Já nos Estados Unidos e na Inglaterra, a anuidade dos cartões de crédito é gratuita.
Confira alguns dados do estudo:
Talão de cheques
Em relação às tarifas cobradas pelo fornecimento de talões de cheques, a pesquisa aponta que clientes brasileiros não pagam até a décima folha de cheque utilizada.
A partir da 11ª folha, entretanto, instituições cobram, em média, R$ 1,50 por unidade. De acordo com o estudo, a Turquia é o país que mais cobra por talão adicional – em média, R$ R$ 28; o México tem o custo mais baixo entre as nações pesquisadas (R$ 0,83).
Tarifas em geral
Segundo o levantamento, os pacotes de serviços dos bancos brasileiros estão entre os mais baratos do mundo.
A Accenture analisou valores cobrados para serviços de uso frequente e moderado pelos clientes bancários. No Brasil, o valor médio mensal oscilou de R$ 27,70 a R$ 59,60. Já em Singapura, que registrou as tarifas mais altas, os preços variaram entre R$ R$ 141,60 e R$ 214,10.
Países abrangidos pelo estudo
Para a 1ª edição do Estudo Global de Custo, Qualidade e Satisfação de Serviços Bancários, foram consultados os principais bancos de varejo de 15 Países (além do Brasil, Argentina, México, EUA, França, Inglaterra, Alemanha, África do Sul, Índia, Rússia, Turquia, Japão, Hong Kong, Singapura e Austrália).
Em cada país, a consultoria analisou as informações dos dois maiores bancos por volume de receita, com exceção do Brasil, onde foram pesquisados sete bancos. A coleta de informações foi feita por meio dos canais públicos, disponíveis para qualquer consumidor.
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Fonte: Accenture
http://dinheiro.br.msn.com/suascontas/cart%c3%a3o-de-cr%c3%a9dito-taxa-de-anuidade-m%c3%a9dia-%c3%a9-de-rdollar-52-diz-pesquisa?page=0
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
PENSÕES PODEM SER ISENTAS DE IMPOSTO DE RENDA
Está em tramitação na Câmara dos Deputados, projeto de lei 2402/11, do deputado Lelo Coimbra (PMDB-ES), que isenta as pessoas físicas do pagamento do IR (Imposto de Renda) sobre os rendimentos recebidos em dinheiro a título de alimentos e pensões.
O projeto determina que as pensões e os benefícios alimentícios deixem de ser considerados parte do rendimento bruto do contribuinte. O Poder Executivo deverá estimar o montante da renúncia fiscal decorrente da implementação da medida e o incluirá no projeto de lei orçamentária.
Segundo o deputado, autor do projeto, a incidência de IR sobre tais rendimentos é inconstitucional, uma vez que viola os princípios constitucionais da capacidade contributiva, especialmente o princípio da dignidade humana.
O principal argumento do autor é de que “tratam-se de rendimentos essenciais e indispensáveis para garantir a sobrevivência. De forma que não me parece justa a incidência do Imposto de Renda em casos assim, por ofensa ainda aos princípios da razoabilidade e da proporcionalidade”.
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação e de Constituição, Justiça e de Cidadania
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Fonte: http://dinheiro.br.msn.com/tributos/pens%c3%b5es-podem-ser-isentas-do-imposto-de-renda-12
O projeto determina que as pensões e os benefícios alimentícios deixem de ser considerados parte do rendimento bruto do contribuinte. O Poder Executivo deverá estimar o montante da renúncia fiscal decorrente da implementação da medida e o incluirá no projeto de lei orçamentária.
Segundo o deputado, autor do projeto, a incidência de IR sobre tais rendimentos é inconstitucional, uma vez que viola os princípios constitucionais da capacidade contributiva, especialmente o princípio da dignidade humana.
O principal argumento do autor é de que “tratam-se de rendimentos essenciais e indispensáveis para garantir a sobrevivência. De forma que não me parece justa a incidência do Imposto de Renda em casos assim, por ofensa ainda aos princípios da razoabilidade e da proporcionalidade”.
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação e de Constituição, Justiça e de Cidadania
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Fonte: http://dinheiro.br.msn.com/tributos/pens%c3%b5es-podem-ser-isentas-do-imposto-de-renda-12
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