A abertura do mercado de TV a cabo, autorizada no ano passado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e regulamentada em junho deste ano, já movimenta pequenos provedores de internet nas cidades do interior do País. Com a expectativa de que novas outorgas para a prestação do serviço serão concedidas até o fim do ano, esses empresários começaram a substituir a banda larga via rádio por redes de fibra óptica, que têm capacidade de fornecer internet, telefonia e serviços pagos de TV.
Neste ano, pela primeira vez, as associações que reúnem os pequenos provedores participarão do evento anual da Associação Brasileira de TV por Assinatura (ABTA), que será realizado entre os dias 9 e 11 de agosto em São Paulo. Os empresários dividirão o estande com a Telebrás. 'Esse é o momento claro de se aproximar desses empreendedores, porque eles terão papel muito importante nos próximos anos', diz Alexandre Annenberg, presidente da entidade.
Com as mudanças feitas pela Anatel, os provedores podem conseguir uma licença pelo valor fixo de R$ 9 mil. Antes, as autorizações eram concedidas apenas por meio de um leilão - o último ocorreu há uma década.
Dos 3 mil provedores de internet espalhados pelo País, 2,5 mil têm licença para oferecer serviços de comunicação multimídia. Alguns deles, já operam em telefonia, mas querem transmitir também conteúdo para TV. 'O mercado depende de pacotes', diz Marcelo Siena, presidente do Conselho Nacional das Entidades de Provedores de Serviços de Internet (Conapsi). 'Só com internet, o provedor fica em desvantagem competitiva.' As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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Fonte: 30/7/2011 ou site: http://estadao.br.msn.com/economia/provedores-de-internet-investem-em-tv-a-cabo-1
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sábado, 30 de julho de 2011
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Câmara aprova projeto que veta SPCs de inscrever cidadão que contestou dívida
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania aprovou proposta que veta os SPCs (serviços de proteção ao crédito) de incluir nos seus bancos de dados os nomes de consumidores que tenham entrado com recurso contra a execução da dívida.
O projeto, aprovado pela Comissão, segue para o Senado se não houver recurso para sua votação no Plenário.
Texto aprovado
Conforme o texto aprovado, "o consumidor que se opuser à execução de qualquer natureza por meio de embargos ou impugnação, desde que seguro o juízo, não deverá ter seus dados ou informações pessoais inscritos em bancos de dados e cadastros de devedores de serviços de proteção ao crédito e congêneres".
Vale lembrar que embargo se refere a um recurso que o consumidor tem a seu dispor quando perde uma ação que demanda o pagamento de débito. Nesse caso, ele pode entrar com o embargo para rever a decisão. Mas antes disso, é preciso que o interessado tenha efetuado o depósito em juízo do valor cobrado ou indicar bens de valor equivalente ao montante exigido.
Avaliação
O projeto aprovado é um substitutivo do relator, deputado Moreira Mendes (PPS-RO), ao Projeto de Lei 901/07, do deputado Valdir Colatto (PMDB-SC).
De acordo com Colatto, não é justo que o consumidor, mesmo dando garantias em juízo da sua dívida, permaneça com seus dados ou informações pessoais inscritos em banco de dados dos serviços de proteção ao crédito, em situação semelhante aos inadimplentes ou aos maus pagadores em geral.
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Fonte: http://dinheiro.br.msn.com/suascontas/c%C3%A2mara-aprova-projeto-que-veta-spcs-de-inscrever-cidad%C3%A3o-que-contestou-d%C3%ADvida?page=0, Por InfoMoney
terça-feira, 12 de julho de 2011
Mesmo desempregado, brasileiro compra pela internet, diz Ipea
Estar empregado não é condição determinante para que os brasileiros comprem pela internet. Pesquisa do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) mostra que a probabilidade de consumo pela internet dos desempregados não é diferente da probabilidade de compra de quem pertence à população economicamente ativa.
Estatisticamente, em uma escala até 1, as chances de compra de quem não está trabalhando é de 0,306 e as dos empregado é muito semelhante, de 0,296. Para o instituto, essa diferença não é significativa.
O estudo, divulgado nesta quinta-feira (2), aponta que, em 2009, quase 12 milhões de internautas compraram pela internet – 19% do total de internautas daquele ano, que foi de 63 milhões. E que do total de empregados, 25% fizeram compras virtuais, número, dessa vez, bem diferente do total de desempregados – 15% deles compraram pela internet em 2009.
Para realizar a pesquisa, o Ipea utilizou dados da TIC Domicílios de 2009 e do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Letramento digital
O técnico de Planejamento e Pesquisa do Ipea, Luís Claudio Kubota, que apresentou a pesquisa, explicou que 20% dos usuários das áreas urbanas compraram pela web e 9% dos usuários de áreas rurais fizeram o mesmo.
Por renda, a classe A concentrou 59% das compras virtuais, seguida das classes B (33%), C (13%) e das classes D e E (5%). O técnico avaliou que, embora seja evidente que as classes de maior renda tenham a maior probabilidade de comprar no e-commerce, outros fatores contribuem para que a baixa renda não compre em maior proporção, como o fato de a maior parte dos pagamentos on-line serem feitos por meio do cartão de crédito – instrumento que não alcança toda a população.
“Do ponto de vista da inclusão dos consumidores de menor nível econômico e de escolaridade, o crescimento da renda propicia maior acesso, mas um ponto que é muito importante é o letramento digital, pois existe um risco envolvido nessas transações”, afirmou. “Existe um risco do mal uso do cadastro, de não ser efetuada a entrega. E é fundamental a questão do letramento digital. Se você não adota medidas adequadas, há um aumento das fraudes eletrônicas”, explica.
Por região, do total de compradores, 23% estão no Sudeste, 12% no Nordeste, 20% no Sul, 19% no Norte e 19% no Centro-Oeste. De acordo com Kubota, de maneira geral, os consumidores do Norte tem maior propensão a comprar pela internet que os da região Nordeste.
Por faixa etária, existe uma proporção maior de compradores de internet com idade entre 25 e 59 anos. Dentro dessa faixa etária, a proporção é maior entre aqueles com idade de 35 a 44 anos, que concentraram 29% dos compradores.
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Fonte: http://dinheiro.br.msn.com/suascontas/mesmo-desempregado-brasileiro-compra-pela-internet-aponta-ipea-1?page=0, Por InfoMoney
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