quarta-feira, 29 de junho de 2011

Entre Brics, alta do PIB brasileiro em base anual só supera a da Rússia

Entre os países que compõem os BRICS (Brasil, Rússia, Índia e China) e mais a África do Sul, a taxa de crescimento de 4,2% do PIB brasileiro no primeiro trimestre deste ano ante igual trimestre do ano passado foi a segunda mais fraca, perdendo apenas para a taxa de crescimento da Rússia, de +4,1%, no mesmo período de comparação.
Os dados foram divulgados hoje pelo IBGE, em sua apresentação das Contas Nacionais Trimestrais brasileiras do trimestre passado. Para anunciar os dados de outros países, o instituto utilizou informações do Instituto de Estatística do Banco Mundial.
De acordo com o IBGE, a China lidera o patamar de crescimento neste grupo de países, com avanço de 9,7% do PIB no período; seguida pela Índia (7,8%) e África do Sul (4,8%).
Em uma diferente listagem contendo 15 países e/ou blocos econômicos, fornecida pelo IBGE também a partir de dados do Banco Mundial e do Banco Central (BC), a expansão da economia brasileira de 1,3% no primeiro trimestre deste ano ante o quarto trimestre do ano passado ocupa a terceira posição entre os desempenhos do PIB de outras localidades, na mesma base de comparação, juntamente com o Chile, que também mostrou alta de 1,3%.
Nos desempenhos do PIB dos três primeiros meses de 2011 ante o último trimestre de 2010, ainda nesta listagem de 15 regiões, a primeira posição é da Alemanha (1,5%); seguida por Coreia do Sul (1,4%); Brasil e Chile (ambos com 1,3%); França e Bélgica (ambos com 1,0%); Holanda (0,9%); União Europeia e Grécia (0,8%); México e Reino Unido (0,7%); Estados Unidos (0,4%); Espanha (0,3%); Itália (0,1%) e Japão (-0,9%).

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Fonte: http://estadao.br.msn.com/economia/entre-brics-alta-do-pib-brasileiro-em-base-anual-s%C3%B3-supera-a-da-r%C3%BAssiaPor Alessandra Saraiva e Daniela Amorim, da Agência Estado, estadao.com.br,

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Dieese estima valor ideal do salário-mínimo em R$ 2.293,31

O salário mínimo em maio deveria ter sido de R$ 2.293,31, segundo estima o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) com base no preço da cesta básica da capital paulista, a mais cara entre as 17 cidades onde é feita a Pesquisa Nacional da Cesta Básica, com valor de R$ 272,98.
O valor do mínimo sugerido pelo Dieese para o mês de maio é 4,21 vezes maior que o mínimo em vigor, de R$ 545,00. Em abril, o piso mínimo era estimado em R$ 2.255,84. Em maio do ano passado, o mínimo deveria corresponder a R$ 2.157,88, ou 4,23 vezes o valor do salário oficial então vigente (R$ 510,00).
Para adquirir a cesta básica, o trabalhador que ganha salário mínimo precisou cumprir, em maio, na média das 17 capitais pesquisadas, uma jornada de 95 horas e 16 minutos, tempo maior que o exigido em abril (94 horas e 41 minutos). Em maio de 2010, a mesma compra comprometia uma jornada bem maior: 97 horas e 39 minutos.
Quando se considera o porcentual do salário mínimo líquido gasto com a cesta, após a dedução da parcela referente à Previdência Social, também é possível notar um pequeno aumento, em maio (47,07%), em relação ao comprometido em abril (46,78%). Em maio de 2010, o custo da cesta representava 48,24% do mínimo líquido.
Cesta básica
No acumulado de janeiro a maio deste ano, a cesta básica registra alta de preço em 16 das 17 capitais pesquisadas pelo Dieese. A única cidade a apresentar queda nestes cinco meses foi Manaus, onde a fração mínima essencial fechou com queda de 2,59%. As maiores variações positivas foram registradas em Vitória (7,68%), Rio de Janeiro (7,14%), Florianópolis (7,13%), Brasília (6,53%), Aracaju (6,13%) e Fortaleza (6,01%).
Nos últimos 12 meses - de junho de 2010 a maio deste ano - Fortaleza (17,38%) apresentou a maior variação para o conjunto dos produtos, seguida por Goiânia (13,34%), Rio de Janeiro (8,17%) e Florianópolis (8,15%). Ao longo deste período, dentre as quatro cidades com variações negativas, as com maiores quedas foram Salvador (-6,37%) e Recife (-4,24%)
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Fonte: http://estadao.br.msn.com/economia/dieese-estima-valor-ideal-do-m%C3%ADnimo-em-rdollar-229331Por FRANCISCO CARLOS DE ASSIS, estadao.com.br

sábado, 25 de junho de 2011

Especialistas apontam os melhores investimentos para resgate em até 3 meses

Você está com uma quantia parada na conta, mas só pretende utilizá-la dentro de alguns meses, no máximo três. Ao invés de deixar o valor na conta corrente, sem obter nenhum rendimento, especialistas aconselham que você invista nos produtos certos, para garantir algum rendimento até que utilize o dinheiro.
De acordo com a consultora da Prosper Corretora, Rita Mundim, para investimentos de curto prazo, como o caso citado, uma boa opção são os títulos públicos.
“Apesar das taxas e do imposto de renda cobrado, a rentabilidade que estes títulos têm apresentado compensam o investimento”, afirma Rita.
No caso do Tesouro Direto, uma das maiores vantagens está na questão dos custos, já que as taxas de administração cobradas pelas corretoras costumam variar entre 0% e 1%, bem abaixo das taxas cobradas pelas administradoras de fundos de investimento.
Lembrando que, para investir nesses títulos, é necessário ter cadastro em alguma corretora de valores.
Fundo imobiliário
Outro tipo de investimento interessante apontado pela consultora é o fundo imobiliário, que garante ao investidor, além do rendimento, calculado pelos aluguéis distribuídos, a valorização da cota do imóvel, que é negociada em bolsa. "Sem contar que existem várias vantagens tributárias para o investidor", aponta.
De acordo com ela, estes fundos costumam apresentar uma boa liquidez, mas é preciso observar o histórico do fundo antes de fazer a opção.
“No caso de fundos imobiliários, aconselho que o investidor procure um especialista para saber se existe uma perspectiva de bom rendimento das cotas neste período mais curto”, afirma Rita.
Fundo DI
Na opinião do professor da BBS (Brasilian Business School), Ricardo Torres, atualmente, o investimento ideal nos casos de um prazo reduzido de aplicação são os fundos DI (atrelados ao CDI - Certificado de Depósito Interbancário).
O professor ressalta que, em momentos como agora, com a Selic (taxa básica de juros) em um patamar alto, estes fundos ficam ainda mais atrativos, já que eles têm o objetivo de acompanhar os juros do mercado. “Além disso, eles têm liquidez diária e o investidor pode resgatar sem aviso prévio”, aponta Torres.
Ele ressalta que, para uma aplicação de três meses, não há cobrança de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), mas será cobrado o Imposto de Renda e a taxa de administração.
“Em um investimento com este prazo, você vai pagar 22,5% de IR. A taxa de administração deste tipo de fundo, por sua vez, não é tão alta, geralmente não passa de 0,5%”, afirma Torres.
CDB
Apesar de citarem investimentos diferentes, os dois especialistas concordam com um tipo de investimento. Para ambos, o CDB (Certificado de Depósito Bancário) é uma boa opção para prazos curtos, desde que seja resgatado depois de 30 dias (quando não há mais cobrança de IOF).
“É uma opção interessante, mas é preciso que o percentual de rendimento do CDI seja próximo de 100%”, afirma Torres.
A consultora da Prosper concorda. “Geralmente, quando o investidor possui um volume maior para aplicar, é possível negociar taxas mais altas, de até 100% do CDI”, diz Rita.
Outra opção, segundo ela, é procurar por bancos médios, que também costumam pagar taxas melhores. “Neste caso, o maior problema é com relação a solidez da instituição”, ressalta.
Mas é importante lembrar que, no caso de quebra do banco, o FGC (Fundo Garantidor de Crédito) garante a devolução de até R$ 70 mil aplicados no CDB.
Tributos
Tanto os fundos DI quanto os títulos do Tesouro Direto e o CDB possuem a mesma alíquota de Imposto de Renda. Para aplicações de até 180 dias, a taxa é de 22,5%, caindo para 20% (181 dias até 360 dias), 17,5% (361 dias até 720 dias) e 15% (acima de 721 dias).


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Fonte: http://dinheiro.br.msn.com/tributos/especialistas-apontam-os-melhores-investimentos-para-resgate-em-at%C3%A9-3-meses-1Por InfoMoney

terça-feira, 14 de junho de 2011

Consumo das famílias cresce 5,9% no primeiro trimestre deste ano, frente a 2010

A Despesa de Consumo das Famílias apresentou aumento, no primeiro trimestre do ano, de 5,9%, frente ao mesmo período de 2010. Os dados são do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), que divulgou no dia 03/06, o PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro dos três primeiros meses de 2011. No período, em comparação com o ano passado, o PIB variou 4,2%.
De acordo com o levantamento, este é o 30º aumento consecutivo deste componente da demanda interna para esta base de comparação, sendo que o crescimento na massa salarial real, aliado ao aumento do saldo das operações de crédito para as pessoas físicas, contribuiu para o resultado.
Os dados abaixo mostram o crescimento de cada componente da demanda no PIB no primeiro trimestre deste ano, sobre o mesmo período do ano passado:
PIB a Preços de Mercado -    4,2%
(*)FBCF - Formação Bruta de Capital Fixo
- representa o investimento em produção, ou seja, o quanto as empresas aumentaram os seus bens de capital (máquinas e equipamentos principalmente) em determinado período.
Na análise trimestral, em relação ao último trimestre de 2011, o consumo das famílias teve alta menor, de 0,6%.
Acumulado
No acumulado dos quatro últimos trimestres, a Despesa de Consumo das Famílias cresceu 6,4%, sendo, na análise da demanda, o segundo maior crescimento, atrás somente da formação bruta de capital fixo, cujo crescimento foi de 17,1%
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Fonte: http://dinheiro.br.msn.com/suascontas/consumo-das-fam%C3%ADlias-cresce-59percent-no-primeiro-trimestre-deste-ano-frente-a-2010?page=0Por InfoMoney, InfoMoney, Atualizado: 3/6/2011 9:37

sábado, 11 de junho de 2011

Tributos encarecem carro no Brasil

Ao ser lançado nos Estados Unidos, o novo Volkswagen Jetta com motor de 2,0 litros de 115 cv e câmbio manual foi apresentado por US$ 15.995, o equivalente a cerca de R$ 25.100. O mesmo carro, no Brasil, parte de R$ 65.755, quase o triplo do valor. Mas o que justifica essa diferença?

O Jetta vendido nos Estados Unidos e no Brasil saem da mesma fábrica, no México, e com as mesmas isenções fiscais de importação. O custo maior de importação para o Brasil vem do frete, maior para a região do que para o país vizinho.  Além disso, ao chegar aqui, começam as cargas de impostos.

Segundo a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), o sedã é taxado em 11% no IPI (imposto sobre produto industrializado), 12% no ICMS (imposto sobre circulação de mercadorias e serviços) e 11,6% de PIS/Cofins, totalizando 29,2% do preço. Nos Estados Unidos, as taxas variam de estado para estado, mas podem chegar a no máximo 7%. Em alguns estados, a venda é isenta.

Depois de definidas as taxas, há o posicionamento do mercado. Enquanto na América do Norte um veículo como o Volkswagen Jetta e o Honda Civic são de entrada, no Brasil atendem o mercado de luxo. Segundo o Ibmec (Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais) 10% do valor de um automóvel vem do chamado “custo Brasil”, que engloba a falta de infraestrutura do País.

O custo também entra o quanto o mercado está disposto a pagar, que é onde entram os lucros das fabricantes.  Nenhuma montadora abre os números, mas o valor depende do posicionamento do mercado e da imagem que quer dar para o modelo. Custar mais barato do que seus concorrentes pode depreciar a visão de seus compradores como um carro inferior.

Veja alguns exemplos:

Brasil: Volkswagen Jetta Comfortline 2.0: R$ 65.755
EUA: Volkswagen Jetta S 2.0: R$ 25.100

Brasil: Fiat Punto Attractive 1.4: R$ 40.060
Itália: Fiat Punto EVO Active 1.4: R$ 31.800

Brasil: Citroën C4 GLX 1.6: R$ 54.400
Espanha: Citroën C4 VTi Business 1.6: R$ 35.800

Brasil: Peugeot 408 Allure 2.0: R$ 59.990
Argentina: Peugeot 408 Allure 2.0: R$ 39.700
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Fonte: http://msn.icarros.com.br/noticias/mercado/tributos-encarecem-carro-no-brasil/9904.html29/04/2011 - Fernando Pedroso / Fonte: iCarros

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Brasileiro trabalha meia hora a mais em maio para comprar cesta básica

Com a alta nos preços dos produtos da cesta básica verificada em 12 das 17 capitais analisadas pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) em maio, subiu em mais de meia hora o tempo de trabalho necessário para comprar o conjunto de alimentos.

Enquanto em abril o trabalhador brasileiro precisava de 94 horas e 41 minutos, em média, para adquirir produtos essenciais, no mês de maio, a jornada exigida passou para 95 horas e 16 minutos.

Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional da Cesta Básica, divulgada nesta sexta-feira (3). Em maio de 2010, a mesma cesta exigia 97 horas e 39 minutos de trabalho.
Cesta exige mais tempo de trabalho em SP
No mês passado, São Paulo foi a capital onde as pessoas mais precisaram trabalhar para comprar a cesta básica: 110 horas e 12 minutos, quase duas horas a mais do que no mês anterior. Em seguida, aparecem Porto Alegre (107 horas e 15 minutos) e Vitória (105 horas e 12 minutos).
As capitais onde as pessoas tiveram de trabalhar menos, na comparação com as demais cidades, no mês passado, foram Aracaju (75 horas e 21 minutos), João Pessoa (80 horas e 48 minutos) e Salvador (81 horas e 42 minutos). 


Ranking
Confira, na tabela abaixo, o tempo de trabalho necessário para a aquisição da cesta básica em maio, por capital:
PosiçãoCidadeHoras Trabalhadas
São Paulo110h12min
Porto Alegre107h15min
Vitória105h12min
Rio de Janeiro104h57min
Florianópolis102h59min
Brasília100h29min
Belo Horizonte99h48min
Curitiba99h18min
Manaus99h07min
10ºGoiânia97h01min
11ºBelém92h41min
12ºNatal90h56min
13ºFortaleza88h
14ºRecife83h50min
15ºSalvador81h42min
16ºJoão Pessoa80h48min
17ºAracaju75h21min
Fonte: Dieese
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Fonte: http://dinheiro.br.msn.com/suascontas/brasileiro-trabalha-meia-hora-a-mais-em-maio-para-comprar-cesta-b%C3%A1sica?page=0Por InfoMoney, InfoMoney, Atualizado: 3/6/2011 11:36

sábado, 4 de junho de 2011

As 10 marcas de automóvel mais valiosas do mundo

Entre as marcas de carros mais valiosas,  a Nissan foi a que mais s valorizou na comparação entre a Brandz Top 2010 e 2011 (17%). Em seguida, vem a Mercedes, que valorizou 12%, e a Toyota que subiu 11%.


A marca Volkswagen aumentou 6% de valor, enquanto a Audi e a Ford valorizaram 5% entre 2010 e 2011. Já BMW e Porsche tiveram valorização de 3%. A Lexus ficou estável, enquanto a Honda foi a única marca a desvalorizar entre um ano e outro (-1%).
Apesar dos recalls realizados em 2010, que envolveram milhões de consumidores, e da queda de 60% na produção, devido ao terremoto seguido de tsunami no Japão, a Toyota é a marca de carro mais valiosa do mundo e está entre as que mais valorizaram, segundo o Brandz Top 2011 Most Powerful Brands.
De acordo com o estudo, a Toyota vale R$ 24,198 bilhões. A marca valorizou 11% na pesquisa deste ano, na comparação com a do ano passado.
A segunda marca de carros mais valiosa é a BMW, que vale R$ 22,425 bilhões. Já a terceira é a Mercedes que, segundo o estudo, vale R$ 15,344 bilhões, conforme a lista abaixo:

1.   Toyota                              Valor: R$ 24,198 bilhões
2.   BMW                                Valor: R$ 22,425 bilhões
3.   Mercedes                          Valor: R$ 15,344 bilhões
4.   Honda                               Valor: R$ 14,182 bilhões
5.   Porsche                             Valor: R$ 12,413 bilhões
6.   Nissan                               Valor: R$ 10,072 bilhões
7.   Volkswagen                       Valor: R$ 7,408 bilhões
8.   Ford                                   Valor: R$ 7,394 bilhões
9.   Audi                                   Valor: R$ 3,808 bilhões
10. Lexus                                  Valor: R$ 3,648 bilhões 
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sexta-feira, 3 de junho de 2011

Celta é o carro que menos perde valor após um ano de uso.

Uma questão importante no momento da venda de um veículo seminovo é a desvalorização do bem em relação ao preço de compra. Segundo especialistas, o carro já tem uma depreciação natural entre 15% e 20% no primeiro ano, mas esse percentual pode variar de um modelo para outro e do estado de conservação do veículo.


Segundo pesquisa da AutoInforme, o Celta é o veículo que menos perde o valor após um ano de uso, com depreciação média de 9,4%, enquanto que o Passat Variant da VW pode chegar a depreciar 24,3% no mesmo período.
A depreciação não é importante apenas para o vendedor do carro. O comprador também deve ficar atento a esse detalhe, pois, mais cedo ou mais tarde, irá se desfazer do veículo e poderá, com isso, perder muito dinheiro.
Conheça os carros que menos depreciam após um ano de uso:

1  - Chevrolet Celta                            - 9,4%
2  - Fiat Palio Economy                      - 9,6%
3  - Fiat Palio Economy                      - 9,9%
4  - Fiat Strada Cabine Dupla             -10,9%
5  - Volkswagen Gol (G5/NF)            -11,2¨
6  - Fiat Strada Cabine Estendida        -11,3%
7  - Fat Uno Furgão Fiorino                -11,4%
8  - Ford Ecosport                              -11,6%
9  - Fiat Strada Cabine Simples           -11,7%
10- Fiat Siena                                     -11,9%
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